"A cada um por suas próprias obras"
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Era tarde ensolarada de sábado, meados de novembro de 2007. Trabalhávamos na Seara Espírita, na assistência espiritual, precisamente, nos "Passes". Quando adentrou um garotinho em nossa sala, estagiando por seus 7 anos de idade aproximadamente. Sentou-se um tanto quanto "desconfiado", e me arrisquei perguntar;
Não conformado com a resposta um tanto sem ânimo, redargúi; "está mesmo"? Desta vez, ele com mais convicção nos respondeu:
Ao que a amiga dedicada a fim de dar-lhe um alento, de sugestioná-lo, acrescentou de imediato:
E o garoto:
Meus Caros Amigos, o conto é singelo, contudo verídico. Pois bem, deixemos o trabalho de "dedetização" para as mãezinhas queridas, com o apoio dos laboratórios farmacêuticos sempre muito dedicados, e a nós outros, façamos a parte que nos cabe.